Yu-Gi-Oh! TCG: Top 10 Cartas mais odiadas da história do jogo

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Neste artigo, apresentarei uma lista com as 10 cartas mais odiadas da história do Yu-Gi-Oh! TCG

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Revisado porTabata Marques

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Ao longo da história do Yu-Gi-Oh!, algumas cartas conquistaram uma fama bastante negativa por criarem interações consideradas opressivas e proporcionarem experiências frustrantes. Devido a isso, elas acabaram se tornando verdadeiros pesadelos para a comunidade.

Mesmo anos após seus auges de popularidade, muitas dessas cartas ainda são lembradas com certo temor pelos jogadores, que associam seus nomes a alguns dos momentos mais controversos da história do jogo.

Confira abaixo as cartas mais odiadas da história do Yu-Gi-Oh! TCG!

Cartas Mais Odiadas da História do Yu-Gi-Oh!

10 - Ash Blossom & Joyous Spring

Apesar de ser uma das handtraps mais balanceadas do jogo, Ash Blossom & Joyous Spring é uma carta odiada por uma parcela da comunidade, principalmente os jogadores mais antigos e apegados à nostalgia do anime clássico.

A ideia de ser interrompido por uma carta ativada diretamente da mão é motivo de grandes reclamações por esse perfil de duelistas, e a “Ash Blossom” é a representação desse tipo de carta, por ser a handtrap mais popular do jogo desde seu lançamento.

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9 - Red Reboot

Red Reboot é certamente a carta mais odiada pelos jogadores de controle, pois, além de negar a ativação de uma armadilha, ela impede que novas armadilhas sejam ativadas pelo restante do turno.

Durante seu auge, a carta era praticamente uma sentença de derrota para diversos decks baseados em traps, e mesmo agora que está banida, muitos ainda guardam más lembranças dessa época.

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8 - Triple Tactics Talent

Triple Tactics Talent é odiada por boa parte dos jogadores que compreendem que as handtraps são necessárias para manter o equilíbrio do metagame. Isto porque punir um jogador por utilizar uma handtrap é extremamente prejudicial para o jogador que está no going second.

Entre seus três efeitos, o mais odiado é, sem dúvidas, o de olhar a mão do oponente e embaralhar uma dessas cartas no deck.

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7 - Hot Red Dragon Archfiend King Calamity

Hot Red Dragon Archfiend King Calamity foi protagonista de um dos tipos de interação mais frustrantes do jogo: o FTK. A jogada consistia em invocá-lo durante o turno do oponente e utilizar seu efeito lingering que impede o oponente de ativar cards ou efeitos no campo.

Após seu efeito resolver, pouquíssimos decks são capazes de continuar jogando e geralmente, o que ocorria era passar a vez sem colocar interações em campo. Dessa forma, o Hot Red Dragon Archfiend King Calamity aplicava seu FTK.

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6 - Barrier Statue of the Stormwinds

Representando todas as “Barrier Statues”, floodgates bastante conhecidas, Barrier Statue of the Stormwinds se destacou por seu uso no deck Floowandereeze, que tinha grande sinergia com ela.

A combinação de um deck focado na invocação-normal e uma floodgate buscável e com capacidade de impedir invocações-especiais de quase todos os atributos fez da carta um verdadeiro pesadelo, que ainda atormenta alguns jogadores.

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5 - There Can Be Only One

Entre as principais floodgates do jogo, There Can Be Only One é provavelmente a mais irritante por ser muito presente em estratégias de controle que só mantêm um monstro em campo, o que é um sinônimo de deck “problemático”.

Dessa forma, poucos decks conseguem se adaptar perfeitamente à sua restrição, fazendo com que diversas estratégias simplesmente deixem de funcionar sob seu efeito.

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4 - Dimension Shifter

Dimension Shifter é mais uma carta que tinha grande sinergia com o Floowandereeze e só não está mais à frente nesta lista porque poucos decks podem utilizá-la.

“Shifter” possui um efeito lingering capaz de desligar completamente o cemitério, uma das mecânicas mais importantes do Yu-Gi-Oh! moderno, por dois turnos inteiros.

Dessa forma, ele é uma handtrap que frequentemente derrota estratégias inteiras sozinha, sendo vista por muitos como uma verdadeira anomalia de card design.

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3 - Artifact Scythe

Assim como o Dimension Shifter, Artifact Scythe se tornou detestável por desligar uma mecânica inteira do jogo, desta vez o extra deck.

Durante seu auge, praticamente todo o metagame focava em combos para invocá-la no turno do oponente, criando uma situação onde estratégias dependentes do extra deck simplesmente não tinham como jogar. Assim, o “Scythe Lock” se consolidou como uma das experiências mais tóxicas da era moderna.

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2 - Imperial Order

Imperial Order é provavelmente a carta de going first mais odiada da história do jogo, devido à sua capacidade de desligar todas as magias em campo por um custo praticamente irrelevante.

Seu efeito era tão opressivo que bastava vê-la sendo ativada para muitos duelistas desistirem da partida e partirem para a próxima.

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1 - Mystic Mine

Nenhuma carta do Yu-Gi-Oh! conseguiu gerar tanto ódio quanto a Mystic Mine. Seu efeito de impedir ataques e desligar os efeitos dos monstros transformava inúmeros duelos em verdadeiros testes de paciência.

O mais impressionante é que ela não era exclusiva de decks de controle, pois durante seu auge, praticamente todos os decks a utilizavam.

Nessa época, muitos jogadores sentiam-se obrigados a incluir pelo menos um out especificamente para ela em seu main deck, para não perder automaticamente para a Mystic Mine.

Por isso, não é exagero dizer que essa é, para muitos duelistas, a carta mais odiada da história do Yu-Gi-Oh!.

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Conclusão

Concordam com nossa lista? Sentiram falta de alguma carta? Nos contem nos comentários.

Para obter mais informações sobre o universo Yu-Gi-Oh! TCG, continue acompanhando nossos artigos.

Até o próximo!